segunda-feira, 17 de agosto de 2009


Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia, eu não encho mais a casa de alegria. Os anos se passaram enquanto eu dormia, e quem eu queria bem me esquecia. Será que eu falei o que ninguém ouvia? Será que eu escutei o que ninguém dizia? Eu não vou me adaptar
Eu não tenho mais a cara que eu tinha, no espelho essa cara já não é minha. Mas é que quando eu me toquei, achei tão estranho...

Eu não vou me adaptar...

E...


Hoje me encontro nas coisas mais lindas que eu conheci, e reconheci nessas minhas lembranças diárias que insistem em trazer você de volta pra mim, mas hoje pedi que você fosse embora para sempre da minha vida, é triste, mas foi a única solução que eu encontrei pra me ver feliz de novo. Triste é não chorar, mas mesmo assim chorei, mas vou curar a minha dor que ainda não passou. Você me machucou pelo teu silêncio de despedida, e não há nenhum relógio pra fazer o tempo voltar. Eu não suporto ver você sofrer, não gosto de fazer ninguém querer se abster do passado, e o que passou, passou. E o que marcou, ficou, mesmo sem nossa vontade! É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer. Fica feliz, porque te ver feliz me faz bem, você vai entender que eu nunca mais vou te ver...

Dessa vez foi o fim!



Bem mais que o tempo que nós perdemos ficou pra trás, também, o que nos juntou. (8)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

ME




olhos escuros, o cabelo curto, um sorriso verdadeiro, os sonhos impossíveis, um coração enorme. Se apaixona, se esquece dos erros, se envergonha de tudo, se sente sozinha, nunca desiste. Precisa constantemente de proteção, chora por tudo, morre de medo, se arrepende das falhas, é romântica, fica feliz com um abraço. Sonha demais, pensa demais, complica demais. Essa? Ah, sim. Sou eu.




Beijos :)

Dilacerante


é a dor dos amores ocultos e não correspondidos. Impetuoso e destruidor é o desejo que consome os amores proibidos! Mas o amor secreto e proibido, por sua vez, é uma corrente subterrânea, que ameaça acabar com você na parte mais profunda da sua alma.
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:a dor de abandonar o amor que sentíamos. Dói também…Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.É que, sem se darem conta, não querem se desprender.Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir (lembrança de uma época bonita que foi vivida)…Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância,mas que precisa também sair de dentro da gente.
E só então a gente poderá amar de novo.

Só eu sei o que tudo isso significa pra mim...


quarta-feira, 12 de agosto de 2009


Essa foto vai para Binho :D
Ele que diz que adora meu blog, e eu te adoro Binho ♥
Foi uma das pessoas que adorei conhecer nesses últimos tempos :D

Beijos amore!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

só pra constar :D
nada de bom pra falar, sem novidades, sem saco.. sem mente ;s

beeijos!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Mais uma vez eu aqui madrugando sem sono, sem ter o que fazer mais uma vez estou eu aqui me lamentando, rsrsrs, isso é o que me conforta, adoro desabafar, mesmo sendo comigo mesmo :D
Hoje estive pensando aqui com meus butões o quanto eu espero da vida, esperando que tuudo caia em minhas mãos.. esse é meu grande imenso defeito.
Mamãe me diz todos os dias: Daniiiiiiiiiiiica eu tenho tanto medo de morrer e te deixar sozinha, pq eu sei o quanto tu vai sofrer na minha ausencia. :(
Isso é triste, mas é a mais pura verdade, eu nunca sei fazer nada sozinha, ás vezes preciso até dos pensamentos dos outros, só hoje vim dá conta disso.
Essa é a realidade que eu venho vivendo até hoje, vou completar 20 anos e ainda não sei praticamente nada da vida.
Mais já cansei de depender de todo mundo, de dá conta só do meu passado e esquecer que ainda estou vivendo.. que o mundo não pára no melhores momentos de nossas vidas.
O que será de mim daqui há 3 anos??
Ainda fica um vazio na minha mente, mas espero está cursando psicologia que é meu sonho :D
Meu coração também ta dispedaçado, e quando estou assim aí mesmo que me entrego nada vai pra frente ;s Eu e meus amores platônicos, tem coisa mais banal?!
Sabe aquele ditado: "Quem eu quero não me quer, quem me quer mandei embora"?!
Esse é o ditado mais idiota que eu já vi.. É tipo assim, amei o errado e o certo mandei embora.
Hoje o que eu amo eu quero é mesmo que se lasque (desculpa pela palavra), mas me identifiquei com o certinho (aaaaaah cm eu o queria de volta)

Hoje nem eu mesmo to me aturando, kkkk.. melhor eu ir tentar dormi :D

Beijos e bons sonhos!
Neste mundo você tentou
Não me deixar sozinha para trás.
Não há outro caminho.
Eu rezei para os Deuses te deixarem ficar.
As memórias aliviam a dor interna,
Agora eu sei porque.
Tudo das minhas recordações mantém você perto.
Nos momentos de silêncio imagino você aqui.
Seu silencioso sussurro, silenciosas lágrimas.
Me fez prometer que eu tentaria
Encontrar meu caminho de volta nesta vida.
Eu espero que haja um caminho
Para me dar um sinal de que você esta bem.
Lembrando-me de novo que tudo vale a pena
Tanto que eu posso seguir em frente.
Juntos em todas estas memórias
Eu vejo seu sorriso.
Todas as lembranças Eu guardei bem.
você sabe que eu lembrarei de você
Até o fim do tempo.

O que sobrou de mim.

Meus pensamentos se perdem.
Minhas memórias.
Memórias que latejam, corroem, provocam mal-estar. Mas, o que provoca mais dor: a memória vivida, ou saber que aquilo tudo não volta mais?
Olho para meus dedos dos pés, descalços, enquanto o relógio bate as horas, que conto minuto a minuto, na vã esperança que passem mais rápido. Mas o relógio anda tão devagar... Que eternidade sem você. Por que o relógio não pára de uma vez e me faz esquecer? Apenas esquecer...

E o que sobrou de mim em você? Saudade, amargura, rancor? Nem ao menos um lampejo de memória?
E o que sobrou de ambas? Sonhos sem final feliz, dias que não surgiram, conversas que não aconteceram, cartas não trocadas, fotos não tiradas, sorrisos desfeitos, palavras esfaceladas, tristeza amargurada...

O que sobrou de você em mim...
Saudade! Muita saudade. Tardia, triste, saturada...